domingo, 30 de junho de 2013

Meu modo de viver

Deixemos as raivas e os rancores de lado. O tempo passa e a velha companheira de teus passos nunca retroage. Tudo o que passamos juntos até aqui não passa de lindas lembranças que são adicionadas diariamente, e assim completamos nosso ciclo. Embora o poeta não deixe de lado as possibilidades do encontro com a felicidade, este deixa bem claro que às vezes a morte será um novo começo. Discordo, pois não existe um novo começo após um fim definitivo. O que nos resta, queridos amigos, é viver intensamente, escrever nas folhas do diário todas os nossos encontros e desencontros, transformando-os em nosso livro da vida. Ganhamos a dádiva de viver e lutar, amar e chorar, sentir e doar-se.
O mundo é imenso, assim como as oportunidades. Se essas hesitam em aparecer, seja competente em criá-las. Aprenda a ser amigo do tempo, use-o com inteligência e liberdade, viva! Há apenas uma limitação: sua liberdade termina quando a do outro se inicia...
Assim, sigo em frente e crio minhas oportunidades, aventuras e segredos, escrevendo e tentando não entender a efemeridade da vida.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Confusões

Pela primeira vez, não consigo encontrar palavras para expressar algum sentimento que me incomoda. Talvez seja pelo mundo ao meu redor, que de cabeça para baixo, agita-se em plena revolução. Ah, revoluções... parecia ser apenas parte dos livros de história, perdidos em ideologias e imagens que me deixavam com vontade de viver aquele momento. Agora sinto, vejo e falo, tenho voz para expressar meu enorme desapontamento com a situação em que tudo está. No meu diário escrevo loucuras e sonhos de amor, me lembro de minha infância, doce e sublime e me dou conta de que sempre quis a mesma coisa, expressando-as de várias maneiras diferentes, deixando a corrente me levar para algum lugar.
E depois? Ah, vamos correr atrás do que queremos, não é? Sempre haverá um caminho a seguir, um objetivo a alcançar. E assim vou caminhando e chutando as pedras no caminho.