quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amizade

A amizade é algo sublime. Não sabemos quando esta nasce, mas seu início fica eternizado quando pensamos: "Que pessoa interessante ele (a) é!", e aí a sementinha se transforma em flor, sem que ninguém perceba, mas sinta.
É necessário ser atento as peculiaridades...
Amar os pequenos momentos e ver em cada gesto uma forma de expressar carinho, quando as palavras já não o fazem. 
Saber que alguém estará ali para te escutar ou simplesmente rir quando tudo está um caos total.
É simplesmente a essência de algo muito maior e inimaginável, que o ser humano nunca irá compreender.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Coisas da vida que ninguém aprende

Um dia, assistindo TV, passou uma propaganda que perguntava: O que te move? Pensando nisso, listei mentalmente algumas coisas que movem minha pacata vida...
O sentimento de aventura, a sede por justiça, a vontade de crescer espiritualmente, a certeza de que a vida é uma só e que deve ser rica em coisas boas, e a compreensão de que o tempo passa rápido demais, e até o erro é válido, quando aprendemos com ele.
Não, meus caros, essa listinha não apareceu assim tão rápido na minha cabeça... Cada item dela surgiu como lições aprendidas com experiências que, se não houvessem acontecido, eu seria uma pessoa menos feliz.
E cada momento que eu saio deste mundo para entrar no meu, tenho a absoluta certeza de que ninguém pode ser feliz vivendo em um castelo feito de cristal.



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Eterna dúvida

Eu estou sentindo que meus dias não são mais iguais...
Várias coisas não tem o mesmo sentido de antes...
A vida abriu novas portas
E o caminho ainda permanece obscuro.

Ainda vejo a luz do sol bater na janela
E ainda tenho o prazer do doce despertar
Sinto o aroma das flores
E os passarinhos a cantar

O que será que mudou?

Um novo caminho se abriu
Pessoas tornarão-se lembranças
Os papéis e as fotos irão ficar amarelados
A imagem sumir...
Mas a memória, a melhor fotógrafa
Vai tornar VOCÊ eterno para mim.  

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fim?

O fim.
É estranho dizer que uma história acabou. Por mais difícil que pareça, o fim é necessário. Será que ele existe?
Hoje, olhando uns amigos tirando fotografias, tive uma visão clara de que os ponteiros do relógio não perdoam. O tempo passou muito rápido, e passou um filme em minha cabeça, com todos os momentos felizes e tristes, momentos esses que ficarão eternos na memória. Quis fotografar aquele momento na cabeça. Jamais esquecerei as risadas, os gritos e o "mais um, mais um!".
A nostalgia que tomou conta de mim foi tão grande que senti que era a hora de partir. "À francesa", como dizem os mais intelectuais. Saí de fininho, para não chorar.
Para guardar toda aquela felicidade ingênua, pura e mais sincera.
E, como na música de Ana Carolina (minha "xará")
"[...]O tempo passa e engraxa a gastura do sapato
Na pressa a gente não nota que a Lua muda de formato
Pessoas passam por mim pra pegar o metrô
Confundo a vida ser um longa-metragem
O diretor segue seu destino de cortar as cenas [...]

[...]O tempo faz tudo valer a pena
E nem o erro é desperdício
Tudo cresce e o início
Deixa de ser início
E vai chegando ao meio
Aí começo a pensar que nada tem fim..."
Fonte: Vagalume

O avesso dos ponteiros, Ana Carolina